Sexta-feira, Outubro 16, 2009
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
34, eba!
a paula achava que era 35. o joão achava que era 9. o ryan achava que era 5 (porque eram 5 as velinhas). o manoel tava morto de sono e achava só que eu demorei demais. e toda a gente tinha razão!
por:
Daniel Jelin
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Quarta-feira, Agosto 26, 2009
lição de casa (3): Sugestões para 'La Voz de la Emigración'
O projeto de La Voz de Galicia é lindo, mas me parece que faltou tecnologia para bem cumprir seu propósito primeiro: por galegos em contato.
A ideia do mapa ('Ponte en el mapa'), criado a partir de informações enviadas por internautas, é interessante e necessária. Mas ficava ainda mais interessante e útil com alguns filtros, uma busca e muitos gráficos agregados (por nome, país, idade, sexo, data de emigração, por exemplo), que dessem conta do perfil dos galegos encontrados e me permitisse contactar um deles em especial. A página não informa nem quantos são os participantes ao todo.
'Asociaciones de gallegos en el mundo' sofre do mal inverso: sobra representação gráfica. Neste caso, mais útil seria listar logo os telefones por país, e não me obrigar a procurar um país no mapa e clicar sobre um ícone.
Um fórum único, como o 'Encuentra a tus familiares y amigos', exige muita paciência e boa vontade do leitor. Seria interessante que todo o conteúdo do projeto, produzido na redação ou pelos leitores, pudesse ser tagueado por sobrenome e país de destino, de modo que todos os Saavedra, Ramírez ou González, por um lado, e todos os galegos em Hong Kong, por outro, pudessem atalhar caminho e se comunicar e conhecer logo de uma vez.
E sabendo que o projeto já está no ar há anos, seria igualmente importante alguma tecnologia que permitisse alertar os participantes a propósito de um conteúdo novo de interesse comum. Podia ser um feed específico ou, de outra forma, uma ferramenta de criação de comunidades.
'Historias de la diáspora' e 'Envía fotos del día en que has dejado Galicia' são iniciativas divertidas. Mas acho que faltou um editor explorar e destacar os relatos e imagens realmente divertidas. E, de novo, uma busca, alguns filtros e muitas tags ajudariam bastante os galegos a se encontrarem de verdade.
por:
Daniel Jelin
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Terça-feira, Agosto 25, 2009
lição de casa (2): o caso 'arizona star'
o caso arizona star
1) arquitetura
A arquitetura do site, para dizer bem o mínimo, é confusa. O menu global, em azul escuro, é todo feito de parceiros aparentemente estranhos ao jornal. O menu intermediário é dado a redundâncias e inconsistências. Por exemplo, há três canais para esportes. Um deles é generalista (Sports). Dos outros dois, um (HS Sports) se repete como subcanal do primeiro. Duas seções (Nation e Local News) abrigam um mesmo subcanal (Border). E várias seções repetem em suas estruturas elementos do menu global. E algumas seções designam um subcanal com o mesmo termo de outra seção, mas apontando para outra URL.
Há ainda um menu de contexto, em coluna à esquerda, ainda mais confuso. É um misto de ferramentas, serviço, conteúdo, calhau e mais parceiros comerciais, com trocas constantes e imprevisíveis. Parece mais a sobra de um layout antigo, que sobreviveu misteriosamente à última reforma gráfica. A previsão de tempo ora aparece neste menu à esquerda, ora atravessa a página e vai se esconder à direita do conteúdo.
O mapa do site pretende desculpar estas indecisões hierárquicas ao propor uma navegação por temas. É interessante. É uma espécie de busca dirigida. Não ajuda como mapa de site, mas põe em evidência bastante investimento próprio do jornal.
Estranhamente, o site tem bastante conteúdo multimídia, como vídeo, galerias de foto e animações, mas isto não acha seu lugar no menu.
O que mais me chamou a atenção na estrutura do site, e positivamente, foram algumas apostas editorais. O menu noticioso, por exemplo, explora bastante o conteúdo local ("Local News"), ao ponto de lhe dedicar uma seção só para "Border", outra só para "Breaking news" e uma ferramenta noticiosa que imagino bastante relevante aos jornais locais: notícia por CEP (ZIP) ou bairro. Explora uma seção de Obituários (já no limite do mau gosto, mas ainda interessante), com busca, newsletter, tributo. Equipara a seção internacional à nacional, sugerindo - ou reconhecendo - que para um leitor do Arizona, dão no mesmo Washington, Londres, Nova York ou Paris. Enfim, há uma forte identidade geográfica na escolha das seções.
2) visual
Não percebi identidade gráfica. A julgar por alguns thumbs, a versão papel não tem muito que ver com a online. O cabeçalho do site não usa a mesma fonte e adotou um fundo azul, riscadinho de branco, em padrão típico do photoshop.
Há uma notável indecisão em relação aos fios e espaçamento entre blocos, uso do sublinhado para links, uso de gradiente em alguns quadros, bevel nos botões, sombra. O projeto abusa de uma série de clichês do design e resulta datado. O alinhamento geral é precário. Aparentemente, tanto o layout como a montagem do site foram apressadas, descuidadas ou ambos.
3) conteúdo e edição
O azstarnet não tem manchete. O conteúdo mais destacado de sua home é um quadro com notícias em progresso, com atualização intensa e forte viés local. Por exemplo, às 22h49, a primeira notícia deste quadro dava conta do desenrolar de um caso de uma criança que morreu afogada no Arizona. Seguia-se que: o candidato derrotada a presidente dos EUA John McCain estava detonando o plano de Obama para reformar a saúde dos EUA, em um discurso no Arizona. Que a família de um imigrante ilegal assassinado na fronteira por um patrulheiro ia entrar na Justiça, no Arizona. Etc.
Além do forte viés local, o site tem um aparente compromisso com as ideias de serviço e entretenimento. Há uma porção de ferramentas espalhadas pelas editorias, algumas com peso de subcanal, oferecendo, por exemplo:
>> um calendário de eventos, com opção de alerta via e-mail
>> uma relação atualizada, com mapa, de ocorrências policiais
>> agenda de bandas locais
>> estatística completa dos times locais
>> uma extensa programação de concursos (do tipo 'very important pet') e bolões esportivos (escolha o golfista que vai ganhar a temporada)
>> um subcanal de cupons de desconto
>> monitoramento intenso do tráfego
etc.
4) audiência
O site aposta e confia bastante no seu leitor. Logo na home, veem-se, em fonte de maior corpo, o chamado: "Você está compartilhando fotos?", acima de imagens enviadas por leitores, das quais uma será impressa no jornal. Ainda na home, há um extenso ranking de notícias mais comentadas e uma seção para vídeo com grande destaque para ações típicas de redes sociais.
Internamente, as notícias trazem em destaque a opção de divulgá-la via e-mail e entrar em contato com o editor. Algumas trazem o e-mail do repórter e pelo menos uma (o caso da criança afogada) trazia também seu telefone, coisa que eu nunca tinha visto.
por:
Daniel Jelin
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lição de casa: Escenario de la web social y su impacto sobre los medios y el periodismo

imagem extraída daqui
Não se trata mais de promessa – ou ameaça, conforme a disposição. As redes sociais já transformam, vertiginosamente, o esquemão do jornalista. O profissional desce do pedestal, cautelosamente. Vai dar as caras – à tapa, às vezes, a julgar pela agressividade de algumas comunidades. O jornalista vai ter de escutar e não terá sossego, porque haverá sempre um especialista a emendar sua matéria. Ele nunca terá a palavra final.
Provavelmente é bem isso o que mais incomoda o jornalista: não é mais dele a palavra final. Mal saiu a matéria, toda apurada e editada, e já aparece alguém julgando, contrariando, distribuindo, copiando, parafraseando etc. Para jornalista que acha leitor tudo chato, desocupado e ignorante, é um mundo desconcertante e assustador o que as redes sociais descortinam.
Para o resto dos jornalistas, é um mundo novo e excitante. É novo porque a maioria de nós não está acostumada a pedir a opinião do leitor, muito menos admitir sua relevância. E é excitante porque, ao fazê-lo, a informação melhora.
Melhora porque existe inteligência fora da redação. Existe criatividade. Existem milhões de olhos fora da redação, atentos.
A informação melhora porque Facebook, Orkut, blogs... são um banco vivo de testemunhas, personagens, especialistas, revisores, divulgadores. É um banco vivo de opiniões e relatos. E o sensacional é que, no mais das vezes, são opiniões e relatos desinteressados, ao contrário de tanto depoimento concedido diretamente a um jornalista.
Existem milhões de olhos fora da redação, mas isso não significa que o olhar jornalístico perdeu ou perderá relevância. Ao contrário, acho. O olhar, a ética, a prática profissional ganham importância porque milhões de vozes e relatos pedem justamente a mediação, distanciada e profissional. Pedem checagem, apuração, confronto de versões. Pedem um texto legível. É o papel jornalístico, e por aí me parecem um pouco prematuras algumas teses do jornalismo cidadão (se não me engano, foi o Sergio Augusto quem brincou com o termo ‘jornalismo cidadão’, sugerindo expandir a lógica até chegarmos a uma engenharia cidadã e uma medicina cidadã, por que não?)
O grande risco das redes sociais não é escantear o jornalista. É – e isso me parece importante – escantear certos assuntos. É forjar uma certa ditadura da opinião, mascarada de democracia, refratária a temas impopulares – porque difíceis ou distantes. O caso Watergate, que é “o” caso jornalístico por excelência, talvez sofresse com o Digg, Delicious etc. É um caso difícil, que se arrastou complicado, e que só uma programação editorial de fôlego poderia manter em evidência meses e meses a fio. E, não fosse essa longa exposição, essa longa evidência, suponho que não teria o mesmo impacto. Ou teria? Talvez se a gente imaginar uma comunidade toda feita de “gargantas profundas”, com seus avatares, bios e estranhos relatos do Partido Republicano... E outra comunidade de democratas divulgando o assunto, comentando, bombando hashtag... Mas acho que não.
Enfim. De uma forma ou de outra, as redes sociais não estão pedindo licença ao jornalismo. O papel da home-page encolhe, e ninguém pergunta a opinião do editor de primeira página. As comunidades filtram o conteúdo conforme seus interesses e não aguardam mais newsletter qualquer – se é que um dia aguardaram. Os fatos se sucedem, os testemunhos de acumulam nos servidores e ou bem o jornalista participa ou... ou bem funda sua própria comunidade de jornalista saudoso dos dias em que tinha a palavra final.
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Daniel Jelin
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Marcadores: delicious, digg, facebook, jornalismo, orkut, redes sociais, twitter
Sábado, Agosto 22, 2009
Gorro novo, três músicas lindas
Tô de gorro novo. Aduvidam? Fotografei, que vida está assim emocionante. Chequem só. É argentino. Foi moça quem me deu. As três músicas lindas, não. Nem são argentinas, nem novas e quem oferece sou eu mesmo. Que a vida está assim.
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Daniel Jelin
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Sábado, Agosto 15, 2009
aí, moça
o filme é boniiiiito, que só. e triiiiiiste, que só. a anna hathaway leva murro na cara (da mãe!), depois cai no samba (em connecticut!), depois... xapralá. importa que uma hora alguém canta essa aqui. e é boniiiiiita. vai vendo:
por:
Daniel Jelin
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19:46
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Quinta-feira, Julho 09, 2009
Terça-feira, Junho 09, 2009
Segunda-feira, Maio 04, 2009
mais um teste. será o benedito? será? será?
mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?mais um teste. será o benedito? será? será?
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Daniel Jelin
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